Sobretudo

Para refletir e opinar

Com Luiz Carlos de Carvalho e Roberto Maciel

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O tempo passa, o tempo voa

Kim Basinger vai ser mãe de Charlize Theron no filme The burning plain.

Isso quer dizer mais ou menos o seguinte: estou ficando velho.

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Humor negro

Só foi o ator Morgan Freeman sofrer um grave acidente de carro nos Estados Unidos (saiba mais detalhes em notícia do G1), para o Tutty Vasques já postar uma frescurinha em seu blog:

A fila está andando

‘Batman – O Cavaleiro das Trevas’ fez mais uma vítima no elenco do filme.

O ator Morgan Freeman - que interpreta Lucius Fox, o fiel ajudante de Bruce Wayne para assuntos de tecnologia – sofreu grave acidente de automóvel no Mississipi.

Michael Caine, outro coadjuvante de luxo do filme, deve estar apavorado.

* * *

Lembrando que o ator Christian Bale, o Batman do filme, também já teve o seu dia de notícia negativa, quando foi detido por supostamente ter agredido a mãe e uma irmã.

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Prepare-se: Zé do Caixão vem aí

O novo filme do Zé do Caixão, Encarnação do Demônio, será lançado em breve. Nesse filme, o curioso (pelo menos para alguns, mas trágico para outros) está relacionado ao tempo que levou para ser produzido (40 anos) e ao fato de várias pessoas que tentaram viabilizá-lo terem morrido, entre as quais, Miguel Augusto de Cervantes e Ivan Novais, nas décadas de 80 e 90, respectivamente.

Aos 72 anos, José Mojica Marins, o terrível homem das unhas compridas, até brinca da situação, em entrevista à revista Rolling Stones Brasil:

- Em 2000, quando o (roteirista Paulo) Dennison me apresentou o Paulo (Sacramento, produtor), eu disse: “estes dois são jovens, e até têm mais sócios na produtora, para o caso de morrerem”.

* * *

O certo é que por cima de túmulos, sangue e adagas, Encarnação do Demônio, segundo a RS Brasil, finalmente entrará no circuitão até o final do ano, trazendo um Zé do Caixão hollywoodiano.

Para saber o que diabos isso significa, só vendo o filme.

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Hancock esteve aqui

Alguns posts atrás, eu falei da semelhança do novo personagem cinematográfico de Will Smith com o Carlinhos Brown (confira aqui).

Pois foi a senha para o leitor Marcio Bastos me enviar o link de um dos sites que a Sony Pictures criou para divulgar o filme, que entrou em cartaz ontem em todo o Brasil.

O site traz fotomontagens e vídeos caseiros que têm relação com o enredo do filme. Para quem não assistiu o filme ou não leu absolutamente nada sobre o dito cujo, aqui vai um rápido resumo: Hancock é um herói que se mete em confusão todas as vezes que tenta ajudar as pessoas.

Caso você queira conferir algumas das confusões idealizadas por quem não tem nada o que fazer, basta clicar aqui.

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Will Carlinhos Smith Brown

Em seu novo filme (Hancock), Will Smith está a cara do Carlinhos Brown.

Com a diferença de que o Smith é muito menos mala que o Brown.

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De volta

Inventor do telefone celular, o agente secreto Maxweel Smart - cujo número-código é 86 - está de volta à TV. No canal Nick, da Net (44).

Junto com ele, o Chefe, a agente 99 e os vilões da Kaos. Revi-os ontem, já de madrugada. Simplesmente genial, embora redublado.

É óbvio que a reapresentação da série se deve ao lançamento de Agente 86 - O filme, produção que traz Steve Carrell no papel vivido nos anos 1960 por Don Adams (foto) e Anna Hathaway como 99. O relançamento pode ser oportunista, mas da minha parte é um lance muito bem vindo.

Abaixo o trailer do filme:

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Foi para o saco

Tropa de Elite, filme de José Padilha, ganhou o Urso de Ouro em Berlim - isso vocês já sabem. O que não tenho certeza é se todos prestaram atenção na torcida contra que se fazia. A Folha de S. Paulo, aliás, foi longe. Antes de o prêmio ser anunciado, fez o que pôde para dizer que a produção havia sido mal-recebida pela crítica e pelo público na Alemanha.

Trecho de matéria distribuída pela agência FolhaPress no último dia 11:

“As sessões para a imprensa determinam a repercussão do filme. É a partir delas que são escritas as reportagens e as críticas. As sessões oficiais competitivas têm público composto por convidados. Na manhã de hoje, ao fim da sessão de Tropa de Elite, os jornalistas permaneceram em absoluto silêncio. Para outros filmes na disputa, houve aplausos, ainda que moderados”.

Agora, matéria distribuída no dia 14 (peguei-a no site do jornal O Povo e não tenho como confirmar se o texto foi publicado na íntegra ou com cortes):

“O concorrente brasileiro ao Urso de Ouro no Festival de Berlim, Tropa de Elite, de José Padilha, exibido ontem, teve uma recepção da crítica dividida entre amores e ódios. Mais ódios do que amores. A revista norte-americana Variety, que recentemente incluiu Padilha numa restrita lista de dez diretores em quem se deve prestar atenção, foi especialmente dura com o filme.

Em resenha assinada por Jay Weissberg, a Variety atribui a Tropa de Elite um ‘estilo Rambo’ e sustenta que ele faz ‘uma monótona celebração da violência gratuita que funciona como um filme de recrutamento de seguidores fascistas’.Weissberg afirma ainda que, segundo o filme, ’só o Bope pode salvar a cidade [do Rio], mas isso requer, antes, a remoção cirúrgica de qualquer coisa que se pareça com um coração’.

Leitores brasileiros da versão online da revista escreveram no site mensagens de protesto e atacaram o autor da crítica.

A Hollywood Reporter publicou entrevista e reportagem sobre o filme, com destaque em sua capa da edição de hoje, mas chamou-o de ‘um filme constrangedor sobre policiais assassinos’.

A crítica afirma que ‘o pressuposto básico do roteiro escrito por Padilha, Rodrigo Pimentel e Bráulio Mantovani é que todo mundo no Rio é corrupto, especialmente as autoridades’.

A revista inglesa Screen, por sua vez, deu ao filme a nota máxima - quatro estrelas, correspondente a ‘excelente’-, numa crítica farta de elogios. ‘A montagem corajosa, a incansável câmera na mão e essa espécie de tom quente e realista conhecido desde Cidade de Deus e Amores Brutos produzem uma mistura que é mais funcional do que inovadora, embora seja eficiente’.

A crítica do jornal francês Le Monde, publicada no blog de cinema do diário, acusa o filme de fazer apologia da tortura: ‘Tropa de Elite’ é feito segundo a receita do neoconservadorismo hollywoodiano - montagem frenética, câmera epiléptica, narrativa que não deixa nenhum espaço à ambivalência. Não é preciso ser hipersensível para ver no filme uma apologia da tortura e das execuções extrajudiciais’, afirma o crítico Thomas Sotinel.

A reação da imprensa alemã foi desigual. O jornal Berliner Zeitung avaliou o filme como ‘excitante e original’, disse que ele apresenta ‘os diversos lados da questão” e o faz com bom ‘equilíbrio entre os aspectos ficcional e documental’”.

Repare: o repórter, que destaca “mais ódios do que amores” nas críticas ao Tropa de Elite, pinçou trechos de resenhas da Variety, Hollywood Reporter e Le Monde para desancar o filme. E longos trechos, diga-se. Para o lado dos “amores”, menciona só a Screen, britânica. Para falar “reação desigual” da imprensa da Alemanha, usou apenas uma referência, o jornal Berliner Zeitung.

Sei não, mas acho que ainda tem gente curtindo uma certa ressaca com o Urso do Tropa.

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Fim do Borat e do Ali G

Péssima notícia de final de ano para o Roberto Maciel.

Fã ardoroso dos personagens hilários ”Borat” (foto) e “Ali G”, Maciel não os verá mais em episódios inéditos, apenas em borat.jpgreprises nos canais fechados ou em DVD. Isso porque o ator inglês Sacha Borat Cohen, que os criou e os interpreta, resolveu aposentá-los (confira a notícia do G1 aqui).

Ainda bem que resta também ao Maciel o réveillon da prefeitura de Fortaleza para se divertir neste período de festas e poder, assim, aplacar um pouco a dor causada por essa notícia.

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E por falar em gays…

Depois de muito suspense, a escritora britânica J. K. Rowling, autora do mega-hiper-supersucesso Harry Potter, revelou que Albus Dumbledore, diretor da escola de magia Hogwarts, é gay.

- Oooooooooooooohhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!

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“Tropa de Elite”, o filme

Nem chegou às telas, o filme “Tropa de Elite” já gerou muita polêmica. E nem tanto pelo roteiro. É que um técnico de som contrabandeou uma cópia para a indústria da pirataria e aí você já viu, né?! Muita gente ganhou grana pra dedéu e, claro, deixou o diretor, José Padilha, o mesmo de “Ônibus 174″, putíssimo da vida.

Previsto para chegar às telas em outubro, “Tropa de Elite” conta a história de uma das corporações policiais mais temidas do Rio de Janeiro pela trajetória de vida de dois policiais honestos (eles existem sim, pelo menos no cinema), envolvidos na guerra civil nos morros cariocas. Quem viu a tal cópia pirata garante: deixa “Cidade de Deus” comendo poeira.

Você vê abaixo o trailer oficial do filme, numa dica do Neudson Aquino, arquiteto e dublê de cartunista dos bons.

(Uma curiosidade: exatamente por conta da grande quantidade de cópias no mercado carioca, o trailer avisa ao final que se trata do verdadeiro e ainda inédito “Tropa de Elite”).
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Trilha sonora de “Mr. Brooks”

Pesquei no You Tube uma das músicas da trilha sonora do filme Mr. Brooks. Confira “Vicious Tradition”, com The Veils:
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Sobretudo também é cultura

Não sou muito de dar dica de cinema a ninguém, afinal, cada um tem suas predileções, aqui, ali e alhures. Mas, como eu deixei implícito, também há vezes em que me deixo levar por um filme e aí acabo fugindo à minha regra. É o caso, por exemplo, de Mr. Brooks (2007). No Brasil, acabou ganhando o título horroroso de ”Instinto secreto”, por motivos óbvios. Digo isso porque o gênio que colocou tal título quis tirar uma lasquinha de filmes como “Instinto selvagem”, principalmente. Mas esqueça o título e vá ao cinema mesmo assim. Caso se arrependa, eu lhe dou o seu dinheiro de volta.

Na agenda do jornal, está lá: empresário acima de qualquer suspeita tem como passatempo assassinar desconhecidos. Nada mais simplório diante da interpretação de Kevin Costner, no papel do tal empresário, e de William Hurt, no de seu alter-ego. Ambos estão implacavelmente magistrais, espetaculares, principalmente no sarcasmo e na sinergia entre ambos. Dão um show. E o enquadramento, em primeiro plano, é perfeito, conseguindo realçar toda a dramaticidade da cena. Resultado: não há como você não ficar torcendo por um final feliz para eles, apesar de toda a frieza e crueldade que demonstram a cada crime praticado. Um outro ponto a favor é a trilha sonora.

PS: Ah, ainda tem a Demi Moore, mas se não fossem os créditos, você nem notaria a participação dela na trama (tá bom, é um exagero, eu sei, afinal, está lá em algumas cenas na piscina o ainda belo par de coxas da ex-senhora Willis…).

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Faz bem ao espírito

O médico Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti (1831-1900) é referência mundial no espiritismo e na solidariedade. Cearense nascido em Riacho de Sangue, hoje Solonópole, Bezerra de Menezes é considerado o Allan Kardek brasileiro.

Bom, esse preâmbulo é para dizer que o filme sobre vida, obra e legado de Bezerra de Menezes, dirigido pelos cearenses Glauber Filho e Joe Pimentel e estrelado por Carlos Vereza, está pertinho de ser finalizado. E, para os curiosos, já há uns pedacinhos no You Tube. Veja aqui embaixo:

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Aldeia Mucuripe

A professora Simone Oliveira vem fazendo um trabalho elogiável sob todos os aspectos à frente da Aldeia. Por intermédio de uma parceria com o Ministério da Cultura, ela e todos os que fazem parte da ONG, incluindo o videomaker Valdo Siqueira, têm levado conhecimento a jovens em situação de exclusão social do Mucuripe. A propósito, vale a pena conferir abaixo três tópicos da coluna Comunicado de hoje, do Diário do Nordeste.

Em tempo: Simone e Valdo, aliás, vêm com outra novidade em breve. Só posso dizer que tem a ver com o hip hop.

O rio da minha aldeia

Se o poder público faz vista grossa, pelo menos há alguém olhando para o Riacho Maceió - que corta parte dos bairros do Papicu, Varjota e Mucuripe e desemboca nos arredores da estátua de Iracema, na Beira-Mar, em Fortaleza. Trinta jovens de 17 a 19 anos atendidos pela organização não-governamental Agência de Desenvolvimento Cultural e Audiovisual (Aldeia) estão produzindo um vídeo-documentário sobre o pequeno, importante e agredido curso d´água. O trabalho faz foco sobre problemas vividos pelas comunidades localizadas às margens do Maceió, do saneamento à moradia, passando pelas questões ambientais, e ainda vai mais além: aborda aspectos históricos, culturais e afetivos de quem mora próximo. Se a idéia é boa em conceito, já que aproxima a sociedade de suas próprias demandas, é boa também em operacionalização. Cada um dos alunos envolvidos cuidou de seu destino no projeto, escolhendo fazer roteiro, produção ou edição dos materiais produzidos.

Inserção

Educador da ONG Aldeia, o cineasta Valdo Siqueira define o papel dos participantes do curta-metragem: ´Eles buscam se inserir (nos assuntos da comunidade) e lançar um olhar mais crítico para questões que antes passavam despercebidas´. Para isso, há apoio especializado. Sociólogos, jornalistas, publicitários e técnicos de audiovisual monitoram conteúdos e debates.

Claquete

A produção sobre o Riacho Maceió está sendo executada no projeto Escola de Mídia, uma abrangente atividade que tem o apoio da Prefeitura de Fortaleza e do Ministério da Cultura, por meio do Fundo Nacional de Cultura e da Secretaria do Audiovisual. O Escola de Mídia teve início há três anos. Desde então, já produziu 20 vídeos - todos com jovens do Mucuripe e bairros próximos. E sobre seu dia-a-dia.

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Gil Surfistinha

As peripécias sexuais da ex-garota-de-programa Bruna Surfistinha vão virar filme com o beneplácito da Lei Rouanetbruna-surfistinha.jpg, do Ministério da Cultura. O órgão (sem trocadilho) liberou para captação na iniciativa privada quase 4 milhões de reais.

Não é nada, não é nada, já é meio caminho andado pra deixar centenas de salas de cinema lotadas e ouriçadas Brasil afora.

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O Cine Ceará, um dos principais eventos do Brasil na área de cinema - é claro, né? - começa hoje. A AMC, autarquia municipal que diz que cuida do trânsito de Fortaleza, anunciou com alguma pompa e circunspecção que fará uma operação de controle do tráfego na área próxima do Cine São Luiz, no Centro.

É de se perguntar: e isso não é obrigação da AMC? Precisava mesmo avisar?

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O suco que virou cult

Filme relevante da década de 1980, “O Homem que Virou Suco” volta a ser exibido hoje, com cópia restaurada. A reestréia será em Fortaleza.

Dirigido por João Batista de Andrade e protagonizado por José Dumont, o filme retorna ao circuito comercial às 19h30min desta sexta, abrindo o Ciclo de Debates do Cine Benjamin Abrahão, na Casa Amarela Eusélio Oliveira (Benfica).

Entrada “de grátis”.

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É só salgar mais um pouquinho

Sob o título de A volta dos que (ainda) não foram, as jornalistas �vila Bessa e Juliana Colares, do blog Bang! (www.blogueisso.com/bang), publicaram o seguinte post:

“Após retorno de Sylvester Stallone em ‘Rocky Balboa’, agora é a vez da continuação de ‘Tubarão’ voltar para as telonas. Ainda sem diretor, o longa vai trazer o ator Michael Brody - filho do personagem principal do primeiro filme (há ‘parcos’ 32 anos) - como o caçador do ‘peixão’. Para que não sabe, depois vieram as seqüências Tubarão II (1978) , seguido por Tubarão III (1983) e Tubarão - A Vingança (1987), que não deram muito certo. Afinal, ressaca do mar cansa, né? Pegando onda em ‘Rocky’, será que o ‘Tubarão’ que vem aí também entrou pro time da terceira idade? É tempo de nostalgia!”

Não sei se vocês lembram, mas a finada Embrafilme, na década de 1970, financiou com dinheiro público - claro! - uma paródia de “Tubarão”. Chamava-se “Bacalhau”. Eita filmezinho tosco!! Será que nessa onda nostálgica vão fazer o “Bacalhau II”?

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