12 jun
Outra para provar que estamos vivos, ainda que arquejando.
O ex-governador Lúcio Alcântara, enquanto faz as contas para saber de quantos votos precisa para se eleger deputado federal, somando os apoios que pode conseguir com chefes políticos do Interior e negociando os espaços que julga necessários, escreveu ontem no blog que mantém:
O conceituado jornalista Egídio Serpa, em sua apreciada coluna no jornal Diário do Nordeste, edição de 18/05/09, afirma, a propósito de eventos apoiados pelo Governo do Estado do Ceará, no chamado período junino, existir, na Secretaria de Cultura, vida inteligente.
Faltou acrescentar, pelo menos no que tange às festas juninas, que se instalara lá, antes do atual Governo.
Durante minha administração, foi implantado um criterioso sistema de fomento a essas manifestações, mediante o lançamento de editais, que evitavam favorecimentos na distribuição de verbas.
Além de ter ido buscar láááááá longe uma nota publicada pelo Egídio Serpa, Lúcio esqueceu – de forma muito conveniente, diga-se de passagem – o “criterioso” apoio que o contribuinte cearense foi obrigado em seu governo a dar à escola de samba carioca Estação Primeira de Mangueira: R$ 500 mil, bacaninhas, só porque citou-se no samba-enredo, meio que en passant, o nome do Ceará.
Na minha vã ignorância, acho que isso não se classifica entre os métodos ”que evitavam favorecimentos na distribuição de verbas”. Né não?
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