6 Jul 2008 15:50
Nota aleatória 1: O jornalista Roberto Leite, do jornal O Povo, cometeu um ato falho, na edição de hoje, ao escrever: “Com a zona de rebaixamento bem próxima, o jeito é tentar fazer o dever de casa nos campos fora do Estado”. ‘Dever de casa’ na casa dos outros?!
Nota aleatória 2: Por falar em zona de rebaixamento, não poderia ser mais apropriado o local que o jogador do Fortaleza Mazinho Lima escolheu para almoçar com a esposa e o filho neste domingo: o lamacento bairro da Sapiranga, mais precisamente, o restaurante Zé do Mangue;
Nota aleatória 3: E por falar em rebaixamento, o ambiente interno do Fortaleza Esporte Clube condiz com a situação vexatória do time na classificação da série B do campeonato brasileiro. E antes que alguém diga que foi o Mazinho LIma o informante dessa nota, vou logo desmentindo categoricamente. O atacante Rômulo, um dos poucos que se salvam do atual time do Pici, confirmou que realmente não fica mais no Fortaleza em 2008. E sequer joga a próxima partida contra o América, terça-feira próxima, em Natal. O seu destino será um time da primeira divisão ou de fora do Brasil. E detonou o ambiente interno do tricolor do Pici;
Nota aleatória 4: Sei não, mas acho que aquela rádio suíça é que está com a razão. As Farc estavam há seis anos com a Ingrid Betancourt, pra cima e pra baixo nas selvas amazônicas, sem serem incomodadas, e, de uma hora para outra, são ludibriadas infantilmente pelas tropas do governo colombiano?! Ali deve ter uma rolado uma boa grana, no mínimo. Até porque as Farc estavam debilitadas, precisando de grana para se recompor na luta que travam contra o presidente Álvaro Uribe. Isso sem falar que os presidentes da Venezuela e Equador, respectivamente, Hugo Chávez e Rafael Correa, estavam adquirindo maior e melhor interlocução com o pessoal das Farc. Posso até estar errado, mas Washington resolveu meter o dedo nesse imbróglio, antes que a América Latina virasse terreno sem lei;
Nota aleatória 5: Está cada vez mais difícil de explicar a ligação íntimo-financeira da turma do PSDB de São Paulo com a multinacional francesa Alstrom. Segundo levantamentos atualizados feitos pelos Ministérios Públicos de São Paulo e da França, o grupo empresarial contribuiu de maneira sistemática (e por debaixo dos panos) com o governo tucano de Mário Covas, o que, de certa forma, respingou no caixa da campanha de reeleição de Fernando Henrique Cardoso à presidência da República.
3 respostas for "Notas aleatórias"
O ambiente interno no Pici não é dos melhores, assim como a situação financeira do clube. O que irrita, e foi tema de um post no mue blog (http://blogdobloc.blogueisso.com/) é o fato da omissão dos dirigentes quanto a esses assuntos. O torcedor tricolor não sabe o que acontece no clube ou qual a situação financeira dele. Quando vão ao microfones, o que é raro, dirigentes leoninos sempre usam panos quentes para tentar amenizar quaisquer crises ou confusões. E o torcedor? Ele não é bobo e dá a resposta não se fazendo presente nos jogos. E o Leão afundando…
Olha, quanto ao ambiente interno do Fortaleza eu não sei. Agora, “no lamancento bairro da Sapiranga” é esculhambação… Mais respeito com o Zé do Mangue, rapaz. Se bem q o ambiente já foi mais selecionado. Se bem que o coitado nem tem culpa de jogadores desse time aí resolverem aportar por lá, né?
Eugênia, se a Sapiranga não for lamacenta, juro que não sei o que é lamacento. E a prova é que no próprio Zé do Mangue, que eu gosto muito, vez ou outra (para não dizer sempre) sobra uma brisa com um cheirinho de lama que é uma beleza!
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