Com o título “Veja Rio dispensa coluna de Tutty Vasques”, o site Comunique-se traz matéria da jornalista Miriam Abreu dando conta da saída de Tutty Vasques do quadro de colaboradores da Vejinha Rio. O colunista seria mais uma vítima da guerra travada contra o jornalista Paulo Henrique Amorim, capitaneada pelo banqueiro Daniel Dantas, assessorado por soldados como Diogo Mainardi e Reinaldo Azevedo.

Veja - quero dizer, leia:

“A coluna de Tutty Vasques não será mais publicada na Veja Rio. Alfredo Ribeiro, jornalista que assina como o personagem, recebeu um telefonema do diretor de redação da Vejinha, Carlos Maranhão, na quarta-feira (19/03), e foi avisado de que a revista vai realizar mudanças e que abririam mão da colaboração do jornalista.

Ribeiro contou ao Comunique-se que nada mais foi dito. “Não me deram nenhuma explicação para isso, mas é um direito deles me dispensar. Fui o primeiro editor da revista, estranhei e acho que não precisava ser feito dessa forma�.

O jornalista prefere não pensar em conspirações. ‘Tô fora dessas discussões’.

Há quem associe a nota que Tutty escreveu no blog do Estadão sobre Paulo Henrique Amorim à saída dele da Vejinha. ‘A luta contra o tal Partido da Imprensa Golpista (PIG) fez sua primeira vítima: Paulo Henrique Amorim sumiu do IG. Aí tem! Sem comentários, por favor’, escreveu.

‘Tutty deixa de escrever por uma decisão editorial de reformulação que a gente quer fazer passando pelos cronistas. Manuel Carlos vai continuar [ele revezava com Tutty o espaço, quinzenalmente] a escrever e estamos procurando uma mulher para substituir o Tutty. Estou à frente da revista há um ano e acho que deve ser feita uma mudança. Ele não foi demitido porque não era funcionário, só vai deixar de colaborar. Quanto às hipóteses de que você falou sobre post em blog, eu desconheço’, disse Maranhão”. 

Cá entre nós, acho que a Veja perde muito e Tutty Vasques ganha demais. E a gente não perde nada: para ler a aguda, precisa e bem humorada verve do Tutty, basta clicar aqui.