31 Jan 2007 0:34
Li no G1 que o filme “Turistas” vai estrear no Brasil por estes dias. E que tem sido um fracasso de público nos EUA. Estaria com um déficit de US$ 3 milhões: investiram US$ 10 milhões e lucraram US$ 7 milhões.
A história todo mundo mais ou menos informado sabe: um grupo de rapazes e moças vêm dos Estados Unidos se divertir no Brasil, em férias, e passa por péssimos bocados. Enfrentam assassinos, estupradores e traficantes de órgãos humanos. Se fodem, podemos, técnica e modestamente, resumir. Vou logo avisando: não vou assistir. Detesto cinema, aquela escuridão, aquela zoada hi-tech, a pipoca, a fila, o lanterninha e a mãe do lanterninha. E a educação do público. Bom era no tempo da molecagem do Cine Diogo.
Mas, pensando bem e voltando ao filme, o que os personagens de “Turistas” sofrem é fichinha perto do que turistas de verdade (parênteses para pôr aspas nesse de verdade) fazem aqui no Ceará com meninas de 10, 12 anos de idade. Tô errado?
A propósito um dos atores brasileiros do filme está na novela da Globo “Páginas da Vida”. O nome do cara é Miguel Lunardi, que faz um paciente com aids tratado pela personagem da Latícia Sabatella (que, por sinal, é a maior mentira: onde já se viu uma freira gata? Ou uma enfermeira gata? Ou, pior ainda, uma freira-enfermeira-gatíssima?).
2 respostas for "Besteira muita"
[...] Embora ver menos televisão não seja tão terrível, é até benéfico a tirar pela qualidade do que passa hoje em dia, cinema (mesmo que dentro de casa, concordo com o Roberto Maciel nessa) e literatura eram realmente duas grandes paixões, agora deixadas de lado. Tudo culpa das últimas notícias, dos hypes, dos vídeos mais engraçadinhos da web, das tecnologias mais modernosas e promissoras… Material que, para ser franco, não mudou para melhor em coisa nenhuma minha assim chamada vida real. Sem falar nos chopps de botequim com o amigos, trocados pela trepada da Cicarelli. [...]
cara, um amigo meu teve embolia e ficou internado num hospital onde todo dia a alegria dele era ver a enfermeira, que realmente era uma gata.
nem tudo é tragédia nessas horas
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