Desaba uma chuvinha nojenta sobre Fortaleza. Entre poças e respingos, pais não se entendem nas portas dos colégios. Nem entendem por que o trânsito é tão fuleiro nessa Fortaleza que se pretende bela. Tucanos se engalfinham na Assembléia Legislativa do Ceará. Vereadores seguem seu tragicômico destino de parteiros de bobagens. A Mangueira entrou e quase ninguém viu.

Um de tudo. Peço tudo não dou nada. Peço palmo.

Desembarco nesse blog meio mané - ou um tanto “zé migué”, como uma vez me rotulou um colunista político remunerado por mãos nada católicas. E nessa mania que a gente tem de entender de tudo sem entender de quase nada, vou tentar, aos trancos, barrancos e solavancos, escrever sobre um pouco de tudo. Ou de nada. Depende.